As melhores práticas de colaboração na cadeia de suprimentos

Já citamos algumas vezes aqui no blog alguns pontos fundamentais sobre o conceito de social supply chain: o primeiro é que todas as pessoas e empresas estão inseridas em uma cadeia de suprimentos. Trata-se de um fato. A outra é que a melhor maneira de expandir as possibilidades de um negócio é aprender e aproveitar a colaboração na cadeia de suprimentos com a troca de informações e experiências para buscar a inovação e o desenvolvimento.

Portanto, a colaboração só acontece quando o caráter social presente nas relações entre os elos da cadeia de suprimentos é valorizada. Tratar apenas com CNPJs, por meio de um contato frio e burocrático, impede que a participação das pessoas envolvidas nesses processos some para a obtenção de resultados mais qualificados.

De que forma buscar a colaboração na cadeia de suprimentos

Uma cadeia de suprimentos envolve vários elos: o fornecedor da matéria-prima, a indústria de transformação, a logística, a revenda e, por fim, o consumidor final. Entre a revenda e o cliente ainda pode haver a figura do especificador.

O público final pode demonstrar ao especificador ou à revenda as características que ele precisa em um produto para atender exatamente as necessidades que ele tem. Muitas vezes, para a plena satisfação, é necessário a ele utilizar mais de uma solução, combinando-as até que se chegue ao resultado esperado. Este personagem ainda pode expressar o descontentamento com certo fabricante ou fornecedor, e essas informações são de extrema relevância para reavaliar a forma como os processos são conduzidos.

O especificador pode dar contribuições parecidas com o consumidor final. A diferença é que, da mesma forma que o revendedor, ele tem o poder de reforçar ou modificar um julgamento prévio que o cliente tenha daquele produto ou serviço. Portanto, é de extrema importância haver um canal aberto e facilitado com esses dois elos da cadeia de suprimentos. Eles precisam se sentir ouvidos e também ter a certeza de que suas colocações estão sendo de alguma maneira levadas em consideração.

Em relação às revendas, é importante que a indústria não tenha um relacionamento próximo apenas com o setor de compras. Estar perto dos vendedores, que são os contatos mais diretos com os clientes, é essencial para que eles valorizem os seus produtos. Vendedores são influenciadores naturais do público final, e também podem desempenhar um papel relevante diante dos especificadores. Além disso, por fazer essa espécie de meio-campo, este profissional tem informações valiosíssimas que podem auxiliar na estratégia de vendas, desenvolvimento e aprimoramento dos produtos. Ao fabricante, vale o esforço de estar em contato com essa figura e, principalmente, manter canais de relacionamento ativos e facilitados.

O elo da cadeia responsável pela logística tem a característica de receber retorno da revenda sobre o serviço prestado e transmitir ao fabricante e também ao revendedor anseios, satisfações ou insatisfações destes, de um para o outro, como um porta-voz. Nesse contexto, as informações que mais têm o potencial de circular dizem respeito a estoque e prazos.

Utilizando as informações coletadas no processo de colaboração

A indústria é a grande coletora de informações de todos os elos que estão abaixo dela. Se essa tarefa for desempenhada de forma ágil e qualificada, a resposta dada àqueles que interagem com o fabricante pode estreitar ainda mais o relacionamento. Do contrário, a concorrência ganha espaço, senão por fazer essa conexão com a cadeia de suprimentos de forma mais ágil, mas por, pelo menos, ser uma alternativa após uma situação de descontentamento.

Essa reunião das contribuições serve para aprimoramento dos processos, produtos, da qualidade, do alinhamento da produção às expectativas do mercado e, principalmente, das pessoas que consomem o que é desenvolvido. O melhor disso tudo é saber que são pessoas reais ― com nome e sobrenome ― que receberão essa produção melhorada e irão se relacionar com mais satisfação com a sua empresa. Não é um número, não é um dado abstrato: são pessoas que se sentirão ouvidas. É para estas que você trabalha.

Mas a indústria também pode colaborar com os outros protagonistas dessa rede, especialmente fornecendo informações valiosas para o trabalho de todos. É uma forma de permitir a expansão dos negócios e, ao mesmo tempo, intensificar o posicionamento da marca e a presença do portfólio de produtos como uma opção já inicial para todos os que têm relação com seu catálogo.

Essas informações compartilhadas dizem respeito especificamente aos produtos, como dados técnicos, aplicabilidade, instruções normativas e características gerais, que podem servir para decisão de compra (no caso do público-final), resolução de dúvidas (principalmente para os especificadores) e argumentos de vendas (para os revendedores).

Com base no que for coletado na rede de relacionamento, a indústria pode dar um retorno para o fornecedor da matéria-prima. Este integrante da cadeia, aliás, pode manter uma relação muito rica de troca com o fabricante: dados técnicos, qualidade das peças e índices de satisfação dos clientes são pontos relevantes que podem contribuir para o aprimoramento do trabalho.

Claro, nada disso será possível sem o uso da tecnologia e de ferramentas específicas para fazer a coleta e distribuição dessas comunicações de maneira estratégica, em um universo que também estimule a venda. É por isso que o Collabo existe! Se você quer entender melhor a nossa solução e compreender de que maneira nós podemos ajudar na administração das informações para qualificar o posicionamento da sua empresa, entre em contato com a gente! Temos a melhor alternativa para que você utilize as relações da sua cadeia de suprimentos para crescer cada vez mais.

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